Mostrar mensagens com a etiqueta as noites. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta as noites. Mostrar todas as mensagens

domingo, 6 de novembro de 2011

As Noites 64ª [...]

Os olhares que não quer fazer e que desajeitadamente lhe deixa transparecer.

[...]

Os gestos que sabe não deveria tomar mas que o seu intimo o impele a realizar.

domingo, 10 de maio de 2009

NoiteBranca, a 64ª [... um velho]

Tenho-me sentido como que um trapo, um velho!
Uma espécie de velho lobo do mar que gozaria o seu merecido descanso não se desse o facto de lhe faltarem as conquistas, as (des)aventuras e as peripécias de uma longa e preenchida existência...
Estou, ou melhor, suo fisicamente débil, um espírito (ser) jovem num corpo incapaz de dar resposta e/ou aguentar as vontades, aspirações e desejos daquele que o habita...

E assim me torno precocemente num velho débil, caseiro e cada vez mais só.


Desejos de uma noite não branca e com muita animação!

quinta-feira, 16 de abril de 2009

NoiteBranca, a 63ª [handicap e/ou assalto de dúvida]

Faz hoje precisamente três meses e dez dias que me encontro a trabalhar naquilo para o que andei durante 4 anos a estudar na faculdade - Arqueologia... terminaram as escavações de Verão e em regime de voluntariado, terminaram os trabalhos pontuais, agora sou oficialmente um trabalhador (a recibos-verdes, mas ainda assim...).
Este inicio tem sido um misto de dificuldades e benesses. A benesse, o ter enviado currículos em finais de Dezembro (2008) e ter sido contactado para colaborar em trabalhos logo no dia 2 de Janeiro e desde então continuo a colaborar com a mesma empresa (Dryas Arqueologia lda.) sem ter tido ainda a necessidade de voltar a procurar (algo que colegas meus continuam ainda a fazer, já desesperadamente, sem que nada lhes surja!) ou ficado "desempregado". Estarão a gostar do meu trabalho? Espero que sim, pois aqui tenho aprendido bastante (os metodos de trabalho e de registo são louváveis no contexto real daquilo que é a arqueologia de emergência em Portugal) e o ambiente (as possoas) é bom... mas, há sempre um mas para mim, tenho estado a trabalhar (trabalho muitas das vezes duro e à mercê do clima) em locais no minimo a 500 kms de casa e sinto, a cada dia que passa, que não tenho perfil para uma vida nómada, sou um tipo de hábitos e que necessita de "almofadas" para não entrar em atitudes separatistas de isolamento, em depressão (posso mesmo, sem me dar conta de tal na maior parte das vezes, tornar a minha antisocialidade em atitudes "agressivas") - espero a breve trexo conseguir superar este meu handicap...

A preocupação assalta-me cada dia mais violentamente, tenho eu perfil para a Arqueologia (ser arqueólogo)?

A todos desejo, mais uma vez, uma noite não "branca"!

domingo, 21 de dezembro de 2008

NoiteBranca, a 62ª [sinto-me...]

Já te ignoraram na rua? Alguém que julgavas conhecer e confiar - um amigo(a) - e que num espaço publico se esquiva de ti olhando para o lado e ajeitando o cabelo fingindo não te ver/conhecer?
É algo desolador, mais penoso do que ser ridicularizado - também em espaço publico - por um alguém (um ser por norma idiota o qual não merece nada mais que o desprezo!)...

Sinto-me...

Sê verdadeiro (positava e negativamente) com aqueles que tratas pessoalmente...
Desejo-te uma noite não "branca"!

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

NoiteBranca, a 61ª [...]

Insónia a pensar em...

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

NoiteBranca, a 60ª ["redenção"]

Há dias, alguém, durante uma troca de mensagens sms, me escreveu: "diz-me uma coisa bonita!", na altura, apercebi-me, da minha falta de jeito para reagir a tal (tipo de)"pedido",. Tal acontece, muito provavelmente, devido à minha personalidade racional, por vezes demasiado rígida, e distraída [alguma falta de inteligência emocional, convenhamos], tendo acabado por responder à "requisição" de forma, talvez, um pouco desconexa.
Decidi então, redimir-me, de certo modo, publicamente, através das NoitesBrancas!

Podia ter-te escrito que és uma pessoa linda - embora já to tenha dito antes - ou então, o quanto é bom contactar contigo, para nunca mudares; como és um espirito bom, generoso e atencioso; como me agrada a tua loucura - camuflada de serenidade - serenidade também ela real em ti Seriam tudo, no entanto, lugares comuns, de uma vulgaridade - sentida, é verdade! Está dito!?
Não! Nem, tudo...
E voltei ao mesmo, porquê?! Porque, a minha dificuldade, prende-se com (entender o que deve/é ser): a coisa bonita!

Mas, então. cá vai, a minha redenção (o meu conceito de coisa bonita): se quiseres e se precisares, estarei aqui... e, se por algum acaso, eu me mostrar distraido ou ausente, agradeço que me obrigues (ou ensines) a deixar de o estar, nem que seja com dois pares de estalos!

Desejo (desta vez, a ti sobretudo) uma noite não "branca"...

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

NoiteBranca, a 59ª [Fantasia & Allegro non Troppo]

Fantasia (da Disney), 1940 e Allegro Non Troppo, 1977 de Bruno Bozzetto, são duas animações (belíssimas/fantásticas por sinal) em que se tentam ilustrar algumas (umas muito conhecidas, outras nem tanto) composições de música clássica.

"Toccata and Fugue in D Minor" de Johann S. Bach - Fantasia (1940)


"(Suíte) Quebra-Nozes" (fragmento) de P.I. Tchaikovsky - Fantasia (1940)


"Night on Bald Mountain (Uma Noite no Monte Calvo)" de Modest Mussorgsky - Fantasia (1940)


"Ave Maria" de Franz Schubert - Fantasia (1940)



"Bolero" de M. Ravel - Allegro non Troppo (1977)


"Valse Triste" de Jean Sibelius - Allegro non Troppo (1977)


"The Firebird" de Igor Stravinsky - Allegro non Troppo (1977)

O tipo e tom das animações são diferentes, Fantasia apresenta-se mais optimista, enquanto que Allegro non Troppo parece sofrer já de depressão e desilusão com a sociedade contemporânea, é uma caricatura, uma ironia (social)...

Aqueles que ainda não viram (e ficaram interessados!) estas animações, aconselho vivamente, aos outros revejam. Como curiosidade, dizer que fantasia teve uma sequela recentemente - "Fantasia 2000" - que ainda não vi...

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

NoiteBranca, a 58ª [the story]


musica: The Story
interprete: Norah Jones
álbum: My Blueberry Nights (soundtrack), 2007


Belíssima musica, da banda sonora de um grande filme...

"I don't know how to begin
'Cause the story has been told before
I will sing along i suppose
I guess it's just how it goes

And now those sprangs in the air
I don't go down anywhere
I guess it's just how it goes
The stories have all been told before

But if you don't char
The light won't hit your eye
And the moon won't rise
Before it's time


But if you don't char
The light won't hit your eye
And the moon won't rise
Before it's time

But i don't know how it will end
With all those records playin'
I guess it's just how it goes
The stories have all been told before
I guess it's just how it goes
The stories have all been told... before
I guess it's just how ït goes..."

Faz-me bem,dá-me paz de espírito (que bem preciso!)

Desejo-te uma noite não "branca"!

terça-feira, 19 de agosto de 2008

NoiteBranca, a 57ª [escuro...]

Há um sem limites de possibilidades quando cai o silêncio da noite, silêncio apenas possível fora da cidade e onde esta tem a luz do luar e das estrelas, onde não é ofuscada pela iluminação eléctrica intensa dos aglomerados urbanos, em que o céu nocturno tem cor de céu e o recortado escuro do relevo é claramente desenhado no horizonte, e não aquele tom deslavado tão característico e citadino a que estamos (quase todos) habituados...


Das inesgotaveis possibilidades, escolhi a escuridão, ou melhor, esta me escolheu, uma escuridão em que imperam os tons cinzentos, nas variações do branco ao negro total, e sem brilho... Quero libertar-me da escolha, mas esta, envolve-me, cada vez mais, nas suas redes de seda, invisíveis ao olhar, imperceptíveis ao toque, mas (in)quebráveis pela vontade...


Desejos de noites não "brancas" longe da escuridão...

(fotos e edição: Mauro Correia)

terça-feira, 12 de agosto de 2008

NoiteBranca, a 56ª [luz & sombras]

Quatro "clicks" da mesma Luz e das mesmas Sombras...
A minha metáfora, a mesma de sempre... a minha hipotética luz e as minhas reais sombras!

Desejos de noites não "brancas"!

[fotografias e edição: Mauro Correia]

sábado, 9 de agosto de 2008

NoiteBranca, a 55ª [longe...]

(foto e edição: Mauro Correia)

... algures fora de mim, como que observando a vida... longe do meu quotidiano físico e longe da consciência de Ser!

Desejos de noites não "brancas"!


terça-feira, 15 de julho de 2008

NoiteBranca a 54ª

Esta noite gostaria sonhar, com o quê não o sei, queria simplesmente sonhar, sonhar à melodia da minha respiração de sono compassada e profunda, sem perturbações, sem (um)a consciência que diz-se me atormenta!

domingo, 29 de junho de 2008

NoiteBranca a 53ª [abaixo do nivel do Mar]

(foto e edição: Mauro Correia / praia da Aguda, 28 Jun. 2008)

Fotografia sem qualquer pretensão "artística"... apenas pelo gozo de clicar e por um agradável dia.

Desejos de um bom domingo e de noites não "brancas"!


terça-feira, 10 de junho de 2008

NoiteBranca, a 52ª

Todos os caminhos vão dar a RomaamoR!


“Reflexos e impressões de sabedoria popular”, Mauro Correia

Que as noites sejam aquilo que desejas... nunca "brancas"!

domingo, 1 de junho de 2008

NoiteBranca, a 51ª

Quero escrever e as letras não se articulam, quero falar e palavras não saem, quero ler e os olhos não vêem, quero tocar e paraliso, quero ouvir a vida da noite lá fora, e, ouço, apenas e de modo estridente, o ritmo descompassado que sai do lado esquerdo do meu próprio peito, quero pensar(-te) e não sou capaz ou não me é permitido faze-lo...
Estou amputado de (meus) sentidos, agrilhoado por forças divinas de infinito nada...
Quero esquecer... até...
...(a)o devir...!?

Desejos de noites não "brancas"

sábado, 31 de maio de 2008

NoiteBranca, a 50ª

"AMAS-ME... !?."
(em jeito de homenagem às duas / B.ilhete de I.da)

Desejos de uma noite não "branca".

quarta-feira, 28 de maio de 2008

NoiteBranca, a 49ª ["vícios e ódio"]

Odeio que me vasculhes a vida,
Odeio que fiques a saber o que penso,
Odeio os teus silêncios,
Odeio o modo como me lês,
e Odeio a ideia de que possas conhecer as entranhas da minha essência!

E é com este "ódio"que alimentas os meus “vícios” de aqui estar e de ser...

(Cinco "ódios" e dois "vícios")


Desejo-te, desta, uma noite "branca"!

quarta-feira, 30 de abril de 2008

NoiteBranca, a 48ª

Serena vai esta noite de lua minguante... e a minha vem em tom confessional!

Li por aí algures [perdoe-me o autor por não lhe referir o nome, que desconheço] que: "O homem mais livre que conheci, vivia acorrentado ao coração de uma mulher", confesso-me [e espero não estar redondamente enganado], só serei um espírito realmente livre a partir do momento em que for acorrentado e ao mesmo tempo acorrentar o coração daquela mulher!

[Livre = Acorrentado!?]

Desejos de um bom feriado... e de noites não "brancas"!

terça-feira, 29 de abril de 2008

NoiteBranca, a 47ª

Tenho vindo a reflectir nas inconstâncias dos humores [dos meus quiça]!

No modo como variamos ao longo do dia, como nos metamorfoseamos perante esta ou aquela pessoa, perante este ou aquele contexto...
Pergunto: são tudo isto atitudes conscientes, algo (pré)concebido para passar a mensagem e impressões que queremos quando queremos e a quem queremos? Ou por outro lado serão isto atitudes inconscientes, do instinto daquilo que é ser humano, algo intrínseco e incontrolável? Os vários “eus” pessoanos? Pode ser-se "verdadeiro/original/natural" alguma vez?

Sofro eu deste “mal”!? Enceno constante e ininterruptamente [até ao fim dos meus dias!] os vários ”eus” de que sou composto? Sem nunca ser então capaz de me (re)conhecer? Ou conheço-me de tal maneira profundamente que sou capaz de desdobrar-me em varias faces sem nunca perder a “razão” do meu “eu”?

Não sei qual das hipóteses a mim se pode aplicar [um pouco de ambas talvez?]...

Desejo-te [afinal sera que posso desejar algo no singular?] uma noite não “branca”!

domingo, 20 de abril de 2008

NoiteBranca a 46ª

Acabo de perecer... ou julgo que tal me aconteceu! Será possível? Mas então como pode ser? Como posso estar então a noticiar o meu próprio perecimento? Talvez tenha enlouquecido de vez [mais uma noite branca se aproxima] e me julgue num estado em que não estou... num estado impossível de estar!

Não, tem de ser um facto – pereci de verdade – estou finado por dentro, não nas entranhas, mas noutro qualquer dentro! Mas quando isto aconteceu? Terá sido mesmo há pouco? Ou, pelo contrário, será que é desde sempre este o meu estado interior?! E porque aconteceu? [Não o sei, ou talvez saiba e não to queira dizer... Mas provavelmente não o sei mesmo, quem o sabe? Não serás tu quem sabe?!]

[Mas que discurso é este o meu? Que vulgaridade...]


Desejos de uma noite não “branca”!